Comparação

City ou Cronos? Descubra no nosso comparativo!

Leves mudanças para seguir no caminho certo

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postado em 19/05/2018 12:00 / atualizado em 21/05/2018 15:05 Bruno Vasconcelos
Para-choque do City foi redesenhado e o deixou com o ar de esportividade do Cronos. Foto: Bruno Vasconcelos / DP - Para-choque do City foi redesenhado e o deixou com o ar de esportividade do Cronos. Foto: Bruno Vasconcelos / DP
Bem conhecido pelos brasileiros por ter mais tempo de mercado, o City passou por uma leve reestilização visual e tem novidades no pacote de equipamentos.  As mudanças foram pontuais no design, mas deixaram o sedã ainda mais sofisticado. Os faróis cresceram e ganharam LED para iluminação diurna. Ainda na frente, o para-choque foi redesenhado e a grade frontal ganhou ainda mais elementos com detalhes cromados. Já na traseira, quase nada mudou, apenas as lanternas também receberam luzes em LED.

Por dentro, as novidades também são poucas, até porque o visual da cabine é bem agradável e não pedia muita mudança. O que melhorou foi a central multimídia, que agora é compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

Jovial
Já em relação ao Cronos, tudo é novidade. Recém-lançado pela Fiat para ser o sedã do Argo, o Cronos aposta no visual mais esportivo e jovial. Suas linhas são agressivas e a Fiat não economizou nos vincos, presentes e acentuados por todo o carro.

Lanternas em LED são pontos convergentes nos dois veículos, que exalam modernidade. Foto: Bruno Vasconcelos / DP - Lanternas em LED são pontos convergentes nos dois veículos, que exalam modernidade. Foto: Bruno Vasconcelos / DP
A dianteira se destaca por traços fortes, com aspecto musculoso, e capô alongado, estilo típico de modelos esportivos. Essa característica é reforçada pelos faróis, que invadem as laterais com uma assinatura em LED, e é complementada pela grade com elemento central cromado.
As laterais se conectam harmonicamente à traseira alta e ampla, com lanternas em LED com desenho angulado.

Dentro do Cronos, o olhar é atraído para a tela flutuante. Foto: Fiat / Divulgação - Dentro do Cronos, o olhar é atraído para a tela flutuante. Foto: Fiat / Divulgação
A tampa abriga um dos maiores porta-malas da categoria, com 525 litros de capacidade, mas que é menor que a do City, que comporta 536 litros.
O estilo arrojado do Fiat Cronos se reflete no interior, que segue a linha dos últimos lançamentos da Fiat, como Argo e Toro. O olhar é atraído para o sistema multimídia Uconnect Touch de sete polegadas, em estilo flutuante como um tablet e compatível com Apple CarPlay e Android Auto.


Pegadas diferentes sob o capô

Em relação ao pacote de equipamentos, nessas versões topo de linha que testamos, Cronos e City são bem parecidos, mas o modelo da Fiat sai na frente por ter, por exemplo, botão de partida, enquanto no Honda ainda é preciso girar a chave na ignição – o que não é legal para um carro de mais de R$ 80 mil.

No quesito conjunto mecânico, o Cronos também leva vantagem, pelo menos quando se compara às versões mais caras, como estamos fazendo aqui. O sedã da Fiat na versão Precision é puxado pelo motor Etorq 1.8 de até 139 cv de potência, enquanto o City EXL tem sob o capô o velho conhecido 1.5 de 115 cavalos.

Visual da cabine do City é agradável e a central multimídia agora é compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Foto: Honda / Divulgação - Visual da cabine do City é agradável e a central multimídia agora é compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Foto: Honda / Divulgação
Assim como no visual, as caixas de transmissão dos dois modelos que estamos comparando também têm apelos diferentes. Enquanto o Cronos tem como opção o câmbio automático de seis velocidades, que dá uma condução mais agressiva – quando exigido -, o City aposta na suavidade e conforto da transmissão CVT, que deixa o carro mais pacato.

Tanto City como Cronos são agradáveis de dirigir. São bons na cidade e na estrada e não são beberrões. Como os preços são praticamente iguais, a escolha vai muito do seu gosto e estilo.

Cronos Precision AT   

Versão que testamos: R$ 82.330

Mecânica

Cilindrada total: 1.747 cm³ 
Potência máxima: 135 cv (gasolina)/ 139 cv (etanol) a 5.750 rpm
Torque máximo: 18,8 kgfm (gasolina)/ 19,3 kgfm a 3.750 rpm (etanol)
Transmissão automática de seis velocidades
Direção : Elétrica com pinhão e cremalheira

Dimensões

Comprimento do veículo: 4.364 mm
Largura do veículo: 1.726 mm
Altura do veículo: 1.516 mm
Distância entre-eixos: 2.521 mm
Bitola dianteira: 1.465 mm
Bitola traseira: 1.498 mm
Altura mínima do solo: 165 mm
Volume do porta-malas: 525 litros
Tanque de combustível: 48 litros
Peso em ordem de marcha: 1.248 kg
Capacidade de carga: 400 kg
Carga máxima rebocável (reboque sem freio): 400 kg

Desempenho

Velocidade máxima: 196 km/h (gasolina)/ 198 km/h (etanol)
0 a 100 km/h: 9,6 s (gasolina)/ 9,2 s (etanol)

Consumo

Ciclo urbano: 11,6 km/l (gasolina)/ 8 km/l (etanol)
Ciclo estrada: 13,8 km/l (gasolina)/ 9,6 km/l (etanol)

Honda City EXL 2018

Versão que testamos: R$ 83.400

Mecânica

Cilindrada: 1.497 cc
Potência (cv): 116(alcool) 115 (gasolina)
Torque: (kgf.m) 15,6 15,6
Câmbio: CVT de 7 marchas
Direção elétrica

Dimensões

Altura do veículo: 1.485 mm
Largura do veículo:1.695 mm
Comprimento do veículo: 4.455 mm
Peso (Kg): 1.137
Tanque (L):  46
Entre-eixos (mm): 2.600
Porta-Malas (L): 536

Peso: 1137 kg
Carga útil: 383 kg

Desempenho

Velocidade máxima: 175 km/h
Aceleração: -100 km/h - 11,3 s

Consumo

Ciclo urbano: 8,5 km/l (a) 12,3 km/l (g)
Ciclo estrada:10,3 km/l (a) 14,5 km/l (g)
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