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Citroën C3: um compacto de luxo

Com um Q de sofisticação, o Citroën C3 agrada quem procura conforto e design elegante e se faz uma boa opção de seminovo

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postado em 13/08/2018 09:47 / atualizado em 13/08/2018 11:14 Débora Eloy


Lançado no Brasil desde 2003, o carro é a pedida quando a proposta é um design elegante e motorização que não deixa a desejar. FOTO: Citroën/Divulgação - Citroën/Divulgação Lançado no Brasil desde 2003, o carro é a pedida quando a proposta é um design elegante e motorização que não deixa a desejar. FOTO: Citroën/Divulgação
Criado com o intuito de ser um veículo urbano, o Citroën C3 revolucionou o mercado com o seu visual diferenciado. Produzido desde 2002, o modelo fez parte da estratégia da marca francesa para a substituição do veículo global Saxo.

 
Dessa forma, a Citroën apostou nos compactos para atrair o público dentro e fora das cidades. Segundo a marca, o modelo foi moldado no mesmo chassi que o Peugeot 1007.

 
Aqui no Brasil, o compacto foi apresentado pela primeira vez em 2003 e é produzido na cidade de Porto Real, no Rio de Janeiro. Desde a sua estreia, o modelo ganhou destaque, como sendo o segundo modelo com maior sucesso da PSA no país. A introdução do motor flex foi um dos atrativos que decolou o compacto nas vendas.

 
De início, só estava disponível a versão com motor 1.6 16V. Considerado um compacto premium bem equipado, principalmente no comparativo com os modelos disponíveis, o modelo já possuía, de série, itens como direção elétrica, painel digital, vidros elétricos nas quatro portas, travas e retrovisores elétricos.

 
Essas e outras comodidades tornam o C3 um carro com boa procura quando o assunto é usado. “O teto panorâmico, inclusive, é um diferencial que só faz com que o veículo venda mais”, aponta o consultor de vendas da Citroën Pigalle, Eduardo Tubarão.

 
O conforto é o principal atrativo, apesar das boas opções de motorização. “Comandos no volante e sensor de estacionamento são itens disponíveis no veículo e que são bem vistos pelos interessados”, complementa Eduardo.

 
A segunda, e atual geração do C3 aqui no Brasil recebeu um investimento de R$ 400 milhões. O principal atrativo foi o novo motor 1.5. Em relação ao modelo europeu, a versão brasileira recebeu alteração na entrada de ar entre o para-choque e o capô, enfeitada com duas linhas cromadas que integram os chevrons da Citroën. No interior, o modelo apresenta as saídas do ar-condicionado redondas, diferentemente das quadradas do modelo europeu.

Motor do C3 fica a cargo de um 1.5 manual ou um 1.6 automático. Propulsor 1.0 não está incluso. FOTO: Citroën/Divulgação - Motor do C3 fica a cargo de um 1.5 manual ou um 1.6 automático. Propulsor 1.0 não está incluso Motor do C3 fica a cargo de um 1.5 manual ou um 1.6 automático. Propulsor 1.0 não está incluso. FOTO: Citroën/Divulgação
A motorização é algo que o diferencia dos demais seminovos do segmento. Apesar de ser um compacto, o C3 não conta com uma opção de propulsor 1.0. “Os carros só saem 1.5 manual ou 1.6 automático”, ressalta Eduardo. A primeira opção conta com oito válvulas, já a segunda dispõe de 16.

 
Em relação ao perfil de compradores, o consultor de vendas foi enfático. “A maioria é de mulheres, principalmente por conta do design e do teto panorâmico que atrai”, comenta.

 
A terceira geração do C3 já foi apresentado na Europa, em 2016, mas sem planos de chegar por aqui. A empresa ainda cogitou a possibilidade, porém, os altos custos de produção não compensavam, já que o compacto precisaria ficar em produção durante oito anos. Outro fato também foi decisivo na decisão de não trazer o C3 para o Brasil, em 2019 o grupo PSA vai começar a produzir a plataforma CMP para todos os modelos do segmento B lançados na região sul-americana.

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