O modelo conta com um capô pintado com uma larga faixa preta central, em tom perolizado. Como em esportivos da década de 50, o Camaro Spirit ostenta uma pintura personalizada que envolve os para-lamas dianteiros e se estende até as portas, como uma lança para dar sensação de movimento. A combinação de cores é replicada nos raios das rodas. Até as janelas seguem o esquema bicolor, com uma moldura pintada. A grade conta com uma grade com três filetes cromados. Além de placas personalizadas que deixam claro quem criou o modelo. Ainda há a opção de equipamentos extras, como portas de abertura vertical, versão conversível, entre outros.
A criação parece ter saído de uma das séries mencionadas. O Camaro Spirit não conta com preparação de motor. Não que o original careça de potência. O Camaro V6 3.6, o menos potente, já conta com respeitáveis 308 cv de potência a 6.400 rpm e 37,7 kgfm de torque a 5.200 giros, que pode ser gerenciado tanto por um câmbio manual quanto por um automático, ambos com seis velocidades. Mas também há a opção de duas variantes do V8 6.2, um LS3 e outro L99, que variam de acordo com o câmbio escolhido. A versão automática conta com 405 cv a 5.900 rotações e 56,7 kgfm a 4.300 giros, enquanto a manual eleva estes números para 431 cv ao mesmo regime, mas com 58 kgfm de torque a 4.600 rpm.
Confira o teste do novo Chevrolet Camaro SS no Vrum desse Domingo, dia 11.
Leia o teste do Chevrolet Camaro SS 6.2.
















