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Tomando as rédeas das rodas e da direção

Controle eletrônico tornou-se um dos dispositivos mais eficazes na segurança do veículo e deve ser obrigatório em 2020

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postado em 16/02/2017 14:35 / atualizado em 16/02/2017 15:49 Victor Lacerda

Tão importante quanto o airbag e o cinto de segurança, o controle eletrônico de estabilidade ou ESC (Electronic Stability Control), segundo especialistas, é uma das invenções mais importantes para a segurança do condutor e dos passageiros. Já obrigatório no continente europeu, o item é formado por um conjunto de sensores que atuam na recepção e no processamento de informações provenientes da velocidade das rodas e os movimentos da direção. Responsável pela redução de acidentes, o sistema ainda não está presente em todos os modelos, mas deve ser obrigatório nos veículos novos a partir de 2020. Até 2022, todos os outros comercializados também.

 

Júnior Martins / Divulgação
 

 

Toda a ação do sistema se inicia - na maioria dos modelos de série - no acionamento de um botão próximo ao câmbio ou aparente no painel. A imagem de um carro com curvas e a sigla “ESC” indicam o funcionamento. Este serviço automático auxilia no controle do veículo em situações adversas e o coloca de volta para a rota.

O estudante universitário Júnior Martins, de 26 anos, afirma que o uso do dispositivo já faz parte da rotina ao dirigir em ambiente urbano. “Transitando pelo Recife e região metropolitana com uma Frontier, de ano 2016, deixo o sistema de controle no automático para garantir a estabilidade de um veículo de grande porte ao passar por pistas desconformes em tempos chuvosos e ganhar força na subida da ladeira onde moro, por exemplo”, pontua. A forma de tomar as rédeas das rodas e da direção citada por Júnior  caracteriza a principal funcionalidade do serviço: identificar movimento descontínuo e, se preciso, frear as rodas na busca do atrito suficiente, a depender do caso.

Desde o ano passado, o Latin NCAP - órgão de testes de segurança - só dá cinco estrelas aos veículos que contam com o dispositivo. O Ford KA 2018 é exemplo de versão que já vem de série e tem preço médio de mercado. Ao contrário deste hatch, os conhecidos Corolla Altis, Hyundai iX 35, Chevrolet Tracker e Volkswagen Space Cross em não disponibilizaram o sistema de fábrica. Assim, antes de comprar seu carro, solicite a ficha técnica da versão escolhida ou busque a lista de itens opcionais.

ATENÇÃO AO INSTALAR
Vale ressaltar que a instalação não é simples e não é indicado fazer em qualquer oficina. Por tratar-se de um dispositivo que depende de respostas eletrônicas, o sistema requer uma série de sensores que podem estar ausentes no modelo do veículo. A configuração deve ser feita na fornecedora autorizada da marca do carro ou pela própria montadora. Detalhe é que o tamanho também varia de acordo com a categoria. A estrutura é menor para hatch do que nos SUVs, por exemplo.

 

 

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