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Linha CB 500 apresenta novidades

A partir de julho, a nova geração chega ao mercado brasileiro com modernizações no visual e na técnica

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postado em 09/06/2016 12:01
Nova linha, CBR 500X, CB 500R e CB 500F, chega com modernizações técnicas e visuais - Honda/Divulgação Nova linha, CBR 500X, CB 500R e CB 500F, chega com modernizações técnicas e visuais
Quando a Honda apresentou a nova linha CB 500 no Brasil, em 2013, composta dos modelos F, para uso urbano; R, mais esportiva; e X, do tipo aventureira, também estava resgatando a mística cilindrada que ficou esquecida por mais de uma década. A estratégia foi projetar um modelo que dividisse praticamente tudo, reduzindo os custos de produção, mas com três roupagens diferentes para atender a três segmentos distintos. A partir de julho, a nova geração, com modernizações visuais e técnicas, chega ao mercado brasileiro quase simultaneamente ao lançamento mundial.

Produzida em Manaus, a linha CB 500 tem compacto motor de dois cilindros em linha, com 471cm3 de cilindrada, refrigeração líquida e injeção eletrônica. São 48 cv a 8.500rpm e torque de 4,55kgfm a 7.000rpm. O mesmo propulsor equipa os três modelos, assim como o quadro em tubos de aço, do tipo diamond. As rodas de liga leve têm aros de 17 polegadas de diâmetro. Os freios, com disco único de 320mm de diâmetro na dianteira e 240mm na traseira, são equipados com ABS de série.

O modelo R tem um R a mais no nome para confirmar a orientação esportiva. A CBR 500R tem a roupagem mais agressiva, semelhante à superesportiva Fireblade (CBR 1000RR), com o conjunto de iluminação composto de duplo farol mais afilado e com luz de posição de LED. A carenagem também ganhou contornos mais vincados e a rabeta entradas de ar, como na prima mais esportiva. O tanque de combustível com nova tampa articulada teve a capacidade aumentada em 1 litro, passando para 16,7 litros. Outra medida para conferir visual mais esportivo e também ronco mais encorpado foi no sistema de escapamento, que está menor, e a ponteira tem desenho trapezoidal. Além disso, o manete de freio passa a ter cinco regulagens de altura. Na parte técnica, a suspensão dianteira, com tubos de 41 milímetros de diâmetro e 120mm de curso, ganhou regulagens na pré-carga. A suspensão traseira é do tipo mono, com 119 milímetros de curso. O painel é digital.

AVENTUREIRA
A versão F, CB 500F, é uma naked e também conta com as mesmas medidas de suspensão, tanque de combustível e escapamento, além do banco bipartido da R. Porém, o conjunto óptico tem farol único. Já o novo modelo X, CB 500X, de utilização mista, ganhou tanque maior, com capacidade para 17,5 litros. A posição de pilotagem também é diferente, com guidão mais alto, e o para-brisa ganhou 100 milímetros na altura, aberturas para ventilação, além de dois níveis de regulagem mecânica.
 
Suave reação nas duas rodas 
 
Balanço divulgado pela Abraciclo mostra que o setor duas rodas teve queda de 20,5% em maio, comparado ao mesmo período de 2015. No entanto, em relação ao mês de abril passado, o segmento registra um aumento de 46,4% na produção. Enquanto em maio saíram 92.308 unidades da linha de produção, no mês anterior a esse 87.252 motos.

Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, a diferença entre abril e maio foi resultado de um forte ajuste na produção para se adequar ao mercado no mês anterior. “Em maio, a produção retornou a patamares suficientes para atender a demanda e recompor os estoques que estavam abaixo das necessidades para alguns modelos”, avalia Marcos.

Em relação às exportações, o ritmo dos ajustes se mantém desde o início do ano, reflexo da produção na Argentina. Foram totalizadas 5.606 motos em maio, o que representa um aumento de 36% em relação a abril. Em comparação ao ano passado.

As vendas no atacado (feitas para as concessionárias) atingiram 87.252 motocicletas em maio, o que corresponde a um crescimento de 20,9% frente ao mês anterior e, porém, um recuo de 19,5%, em comparação com maio de 2015, com 108.420 unidades. Em maio de 2015, o Brasil registrou produção de 116.168 unidades. 
 

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