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Motorista por profissão

Para trabalhar atrás do volante é preciso saber medir o estresse

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postado em 01/05/2016 09:00 / atualizado em 29/04/2016 19:10

Fazer da direção uma profissão é demonstrar amor pelas quatro rodas. Ainda mais em grandes centros urbanos como o Recife, onde o engarrafamento é uma das causas do estresse diário da população. Além da preocupação com grande números de carros nas ruas, direção segura e horários apertados, um bom motorista também tem que saber lidar com os passageiros para fazer do trabalho um ambiente mais harmônico. Sem contar o tipo de trabalho que ele realiza, seja para empresa, família ou como autônomo (taxistas), onde cada especificidade requer um tipo de atenção especial.

 

Fazer do carro uma profissão é mostrar amor pelo volante - Teresa Maia / DP Fazer do carro uma profissão é mostrar amor pelo volante
 

A atenção deve ser redobrada no transporte de passageiros. Essa atenção deve estar aliada a um bom descanso do motorista. "Ter o máximo de horas de sono possível e descansar bastante ajuda na melhora da atenção no trânsito", explica o motorista da Grande Recife Consórcio, Marcos Gomes. A relação com os passageiros pode ajudar na hora do trabalho e melhora o ambiente dentro do veículo e diminui o estresse. "Todos os passageiros que eu transporto me tratam bem. Conversamos e brincamos, tornando a viagem mais agradável”, complementa Marcos.

No caso do motorista empresarial, os horários variam de acordo com a demanda. Para aqueles que prestam serviço para uma família, o hábito pode ser um grande aliado. Saber os horários daqueles à quem se está prestando serviço facilita na hora de programar o dia de trabalho. Geralmente a rotina da família é o que dita a demanda de serviço do motorista. Normalmente, os serviços requeridos estão ligados as atividades domésticas, como levar o empregador ao trabalho, as crianças para a escola e o/a responsável pelas compras até o mercado. Nesses casos o motorista fica com bastante tempo ocioso entre os intervalos das viagens.

Para os taxistas, conquistar o cliente é o que torna a corrida diferente, principalmente em tempos de concorrência com a chegada do Uber. "Quando um cliente entra no carro eu já tento puxar assunto. Se as respostas forem sempre sim e não percebo que ele não é de conversa. Mas quando o papo flui o cliente chega até a pedir meu número", comenta o taxista há 17 anos, Walter Bezerra. Para ajudar na hora de relaxar no engarrafamento, limpeza e clima agradável são as palavras chave de Walter. "Sempre usar o ar-condionado e o carro sempre limpo é o que me ajuda a diminuir o estresse no trânsito do Recife", conta.

 

Para taxistas, conquistar o cliente é o ponto chave - Alcione Ferreira / DP Para taxistas, conquistar o cliente é o ponto chave
 

 

O sindicato dos taxistas oferece um curso de capacitação para os motoristas nos âmbitos de relações humanas, direção defensiva, primeiros socorros, mecânica e elétrica básica. "Esse curso explica aos motoristas como deve ser a relação com os clientes durante a corrida. Além de capacitar para melhorar a segurança das viagens, por conta da direção defensiva", acrescenta Walter.

 

 

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