Despedida

Geely interrompe operações no Brasil

Dólar em alta e maior dificuldade para importar os modelos foram alguns dos fatores decisivos para a despedida da montadora chinesa

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postado em 27/04/2016 18:10 / atualizado em 28/04/2016 17:46
Com vendas no Brasil há apenas dois anos, a Geely, do mesmo grupo da Volvo, anunciou o fim das vendas no país e dá adeus as suas operações por aqui. Desde março de 2014 foram apenas 1.019 veículos emplacados, divididos entre o sedã EC7 e o compacto GC2. Os modelos eram distribuidos pelo Grupo Gandini, importador oficial da montadora, que também representava a Kia.
 
No Salão de São Paulo de 2014, a montadora chegou a anunciar novos modelos. Em nota oficial, a Geely explicou que chegou a comum acordo entre a operação brasileira e a matriz chinesa para que as operações fossem interrompidas. Os motivos foram a alta do dólar, pouca demanda e a impossibilidade de trazer outros modelos fora da quota de importação. Já que os importados da montadora não se adequam ao regime do Inovar Auto, que permitiria a importação de até 4.800 carros por ano sem IPI majorado.
 
Ainda de acordo com a montadora, se o mercado interno voltar à normalidade, o Grupo Gandini terá prioridade para reiniciar as operações. O CG2, modelo da Geely, era o segundo carro mais barato do Brasil, valendo R$ 29,9 mil. Com a saída dele, apenas o Fiat Palio Fire custa menos de R$ 30 mil. O outro modelo da marca, o EC7 era vendido por R$ 49.990. Ambos eram trazidos do Uruguai, onde eram montados em regime de CDK com peças importadas da China.
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